segunda-feira, 28 de maio de 2012

Alcaçuz de novo: policiais não querem mais trabalhar lá


Já que é o assunto do dia, acabo de falar com um policial militar, que me explicou qual o problema do efetivo de Alcaçuz.
O que ocorre é que os militares estão completamente desmotivados. Para começar, perderam a gratificação de R$ 300,00 por atuarem num presídio. Todas foram cortadas, de todos os PMs  do estado.

 E cá para nós, trezentinhos faz falta na renda do trabalhador, visse? Além do mais, não existe condução para o presídio. São 35km de Natal até lá. 

Quem tem carro, beleza, quem não tem… Sim, mas é importante lembrar que quem vai de carro paga o combustível da distância. Muitas vezes o PM tira do bolso para pagar a arma. E até fazem cota para comprar uma comida que preste para almoçar e jantar no trabalho.

As guaritas não tem estrutura. O dormitório também não. Eu soube inclusive que mais de dez policiais que trabalhavam em Alcaçuz entraram com pedido de licença médica.
Por isso tudo o diabo é quem quer trabalhar ali…
Fonte: Blog do Jacson Damasceno

Mulher de Cachoeira diz que recusou convite para posar nua



Andressa Mendonça, 30 anos, mulher do Cachoeira


A mulher do bicheiro Carlinhos Cachoeira, Andressa Mendonça, afirmou em entrevista ao jornal “O Globo” que foi convidada para posar nua, mas que recusou a proposta. “Eu fui convidada [para posar nua pela revista “Playboy”]. Mas não vou dar esse gostinho, não! Deixa só para o Cachoeira. Eu contei do convite e ele gostou, morreu de rir. É bem-humorado e espirituoso. Me ligaram convidando para ir conhecer a empresa, ver como é a produção da revista, foram supereducados. Mas eu agradeci e disse que meu papel, nesse momento, não é esse”, disse. Andressa ganhou destaque na imprensa após a prisão do marido, em fevereiro, depois que operações da Polícia Federal apontaram uma ligação dele com um esquema de jogos ilegais e outros crimes. As denúncias resultaram na abertura de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) no Congress.


( UOL )

Cultura&lazer: As veias potiguares do Rei do Baião

Fonte:Yuno Silva - Repórter do Tribuna do Norte

Lula, Velho Lua, Bico de Aço, Embaixador Sonoro do Sertão e Gonzagão são alguns dos muitos apelidos que o eterno Rei do Baião, Luiz Gonzaga do Nascimento (1912-1989), ficou conhecido. Referência obrigatória para quem quer contar ou conhecer a história da música nordestina, sua trajetória se confunde com a própria popularização do forró, do xote do xaxado e do baião. Personagem recorrente da literatura de cordel, sua figura inspira verso, prosa e cinema - o filme "Rei do Baião", título mais que apropriado, está em fase avançada de produção e a previsão do diretor Breno Silveira é que seja lançado até o próximo mês de outubro.
DivulgaçãoEntre parceiros, compositores e amigos, Luiz Gonzaga gravou Janduhy Finizola, Severino Ramos e Elino Julião e carregou debaixo da asa muitos poetas e amigos potiguares.Entre parceiros, compositores e amigos, Luiz Gonzaga gravou Janduhy Finizola, Severino Ramos e Elino Julião e carregou debaixo da asa muitos poetas e amigos potiguares.

Antes, porém, em setembro, a Sony Music planeja relançar toda a obra do pernambucano nascido em Exu há um século. Não por acaso, a reedição comemorativa do acervo vem sendo trabalhada pelo cantor, compositor e produtor musical potiguar Carlos André. O papel do mossoroense, radicado no Recife, foi crucial para a construção da imagem do Luiz Gonzaga que ficou marcada na memória da música brasileira. E não é só Carlos André que cruzou o caminho do mestre Lula, outros potiguares também fizeram parte dessa história de sucessos: Gonzagão foi parceiro de Elino Julião e Severino Ramos; e gravou Chico Elion, Henrique Brito, Zé Praxédi e Janduhy Finizola.

Para reconstruir essa relação de Luiz Gonzaga com o Rio Grande do Norte, bem mais estreita do que se pensa, a pesquisadora Leide Câmara, autora do Dicionário da Música Potiguar, deu algumas pistas. Vale registrar que a data oficial do centenário de seu nascimento será dia 13 de dezembro, mas as comemorações já começaram - em Natal e Recife, por exemplo, o São João será em homenagem ao Velho Lua.

LIGAÇÕES DIRETAS

"Tem muita gente daqui do RN ligada ligada à Luiz Gonzaga", adiantou Leide Câmara. "Paulo Tito foi morar no Rio de Janeiro a convite dele; Carlos André, do antigo Trio Mossoró, produziu os discos que ajudaram no ressurgimento de Gonzagão nos anos 1980. Nos anos 1940, Gonzaga gravou versão instrumental da música 'Queixumes', do violonista natalense Henrique Brito feita em parceria com Noel Rosa no Rio de Janeiro, pois o sotaque nordestino não era bem visto na época", enumerou a pesquisadora.

Paulo Tito contou à TRIBUNA DO NORTE que conheceu Luiz Gonzaga "pra valer" em 1954. Tito já estava morando no Recife e trabalhava na Rádio Jornal do Commercio quando o Rei do Baião foi participar de um programa na capital pernambucana. "Ele estava com o grupo desfalcado e me ofereci para substituir o zabumbeiro. Como eu também cantava fez o convite para ir para o Rio. Quando dei fé, dias depois, recebi um telegrama reforçando o convite. Cheguei no Rio de Janeiro bem no dia do aniversário dele, 13 de dezembro, e quem foi me buscar no aeroporto foi a esposa Dona Helena, que quando me viu, baixinho e sem pescoço, logo reconheceu", brinca o senhor de 83 anos e ainda com a voz em plena forma.

Paulo Tito passou uma temporada de dois meses na casa de Luiz Gonzaga e acabou morando por 26 anos no RJ - está em Natal desde meados dos anos oitenta a pedido da mãe. "Em casa ele era um moço da cidade, polido, educado, tenho muitas histórias com ele, imitava o jeito dele falar e cantar", disse Tito, sem perder a oportunidade de imitar Gonzagão.

No Rio, Tito gravou discos solo, foi gravado por nomes como Cauby Peixoto e Elis Regina, e atuou como produtor musical - inclusive assinou a produção e os arranjos do álbum "Sertão 70" do mestre. "Não dava para trabalhar com ele, viajava demais: amanhecia no Rio, tomava café no Recife e almoçava no Ceará, o homem não parava no lugar", lembra o potiguar, que foi violonista da cantora Maysa por muitos anos.

Um potiguar no Recomeço

Entre 1974 e 1983, a música de Luiz Gonzaga estava em baixa, estava para ser demitido da gravadora RCA quando o mossoroense Carlos André entrou em cena. "Trabalhei com ele desde 1960, quando o Trio Mossoró acompanhava Luiz Gonzaga nos shows, mas como eu também era sanfoneiro meus irmãos, João Mossoró (zabumba) e Almerinda (triângulo), que viajavam mais", lembrou André.

Carlos André lembrou que, em 1983, foi convidado pelo presidente da gravadora RCA para uma reunião e ficou sabendo que o amigo iria ser dispensado pois há quase uma década ia mal nas vendas. "Disse que dava para contornar a situação, que ia produzir os discos de Luiz Gonzaga, disse que ele fora da praia dele gravando com orquestras e que deveria voltar às origens. Passei mais de uma hora para convencer o presidente a dar uma nova chance".

O potiguar produziu os discos "Danado de bom" (1984), "Luiz Gonzaga & Fagner" (1984), "Sanfoneiro macho" (1985), "Forró de Cabo a Rabo" (1986) e "De Fiá Pavi" (1987), álbuns que reúnem sucessos que imortalizaram Luiz Gonzaga. "Foi um sucesso atrás do outro. Era uma honra  produzir esses discos, principalmente por que comecei imitando Gonzagão. Ele foi meu padrinho de

casamento em 1962".

Atualmente Carlos André trabalha com Fagner no relançamento de todo o acervo de Luiz Gonzaga. A previsão é que os discos cheguem às lojas em setembro, junto com CD de outros artistas que também regravaram Gonzagão e um DVD com depoimentos do próprio artista.

Conexões locais com o Rei do Baião

- Amigos:
Paulo Tito (Natal) e Carlos André (Mossoró). O primeiro, foi para o Rio de Janeiro a convite de Luiz Gonzaga, após ter substituído o zabumbeiro da banda, no Recife, em 1954. Já Carlos André, do antigo Trio Mossoró, produziu os discos que ajudaram no ressurgimento de Luiz Gonzaga nos anos 80.

- Compositor:
Janduhy Finizola da Cunha

Médico de Jardim do Seridó, Janduhy Finizola, 81 anos,  conheceu Luiz Gonzaga em um hospital de Campina Grande (PB), quando estava de plantão e atendeu o Velho Lua. Gonzaga gravou várias músicas do amigo médico, entre elas "Jesus Sertanejo", "A Missa do Vaqueiro" (a mais importante), "Ana Maria", "Cidadão de Caruaru", "A Nova Jerusalém", "Cavalo crioulo" e "Frei Damião".

- Compositor:
Henrique Brito (1908-1935)

Natalense, o violonista e compositor Henrique Brito mudou-se para o Rio de Janeiro ainda na década de 1920. Com o parceiro Noel Rosa criou a música "Queixumes", primeira composição de um potiguar gravada por Luiz Gonzaga em 1945 (versão instrumental). Brito é tido como o inventor do violão elétrico.

- Poesia:
José Praxedes Barreto (1916-1983)

O escritor e poeta Zé Praxédi, nascido em Cerro Corá, lançou, em 1952 no Rio de Janeiro, a primeira biografia sobre Luiz Gonzaga - "Luiz Gonzaga e outras poesias", escrita em versos matutos com prefácio de Câmara Cascudo. Também cantor e compositor, lançou o LP "O poeta vaqueiro" em 1967.

- Parceiro:
Elino Julião da Silva (1936-2006)

Cantor e compositor de Timbaúba dos Batistas, Elino Julião está na lista dos compositores gravados por Luiz Gonzaga. Julião começou sua carreira artística na década de 1950, interpretando músicas de Jackson do Pandeiro - de quem foi parceiro  na década seguinte. Morou no Rio de Janeiro e fez bastante sucesso nos anos 1960 com a já clássica "O rabo do jumento", sua primeira gravação solo.

- Compositor:
Francisco Elion Caldas Nobre

Chico Elion, 82, é autor da célebre "Ranchinho de paia". Composta em 1952, a música foi eternizada pela voz de Luiz Gonzaga em 1981, no disco "A festa". Nascido em Assu, Elion estreou como cantor aos 18 anos no Rio de Janeiro, gravou seu primeiro álbum solo em 1955, "Chico Elion & vozes amigas" (78 rpm), e tem mais de 400 músicas - muitas ainda inéditas.

- Parceiro:
Severino Ramos (1922-2003)

Autor do sucesso "Ovo de codorna", gravado em 1972 por Luiz Gonzaga no disco "Aquilo bom!", o caicoense Severino Ramos começou sua carreira de compositor aos 28 anos. Embora tenha nascido no RN, foi registrado em Campina Grande (PB). Em 1951 seguiu para o Rio de Janeiro, onde consolidou parcerias com Jackson do Pandeiro, Elino Julião e Luiz Gonzaga.

* Colaborou Leide Câmara,com informações catalogadas no Dicionário da Música Potiguar

GRAVE ACIDENTE NA BR-304 PRÓXIMO A ENTRADA DE ITAJÁ DEIXA QUATRO PESSOAS MORTAS



Um grave acidente envolvendo três carros deixou quatro pessoas mortas e três feridas, por volta das 11h30min deste domingo, 28 de Maio de 2012, no KM-118 da BR-304 próximo à entrada da cidade de Itajá.
Segundo informações, um veiculo tipo Logan de cor vermelha, placas MZK-8984 Natal, que era conduzido por Deivison Soares da Silva Nobre, 25 anos, que vinha no sentido Mossoró – Natal colidiu de frente com uma Pajero de cor branca com placas KIJ-9855 Assú, que era conduzida por Cleilton Fernandes de Farias, 43 anos, residente no Sitio Linda Flor, zona rural de Assu ao tentar ultrapassar um veículo tipo Monza de cor preta, placas HVA-4958 Ipanguaçu que chegou a ser atingida na traseira pelo Logan e era conduzido por Francisco Mariano Ferreira morador de Ipanguaçu.

Deivison ficou preso as ferragens e morreu no local. Segundo informações, o mesmo fazia a linha de Mossoró a Natal e levava como passageiros uma mulher conhecida apenas como Marina e uma criança de 6 meses que morreram no local e Betânia Faustino que foi socorrida, mas veio a óbito antes de dar entrada no HRTM. Cleilton, condutor da Pajero sofreu fratura em uma das pernas e no braço, foi socorrido para o hospital de Assu, mas não corre riscos de morte e Francisco, condutor do Monza sofreu escoriações leves e também foi levado para o hospital de Assú.

Carla Priscila Fernandes da Silva, foi socorrida por uma equipe do SAMU, e se encontra no hospital regional de Assu em observação. Ainda não sabemos em qual veículo ela se encontrava.


Bombeiros de Mossoró foram acionados para remover o corpo do condutor do Logan que ficou preso nas ferragens, e a Polícia Rodoviária Federal e o ITEP também foram acionados para realizarem os procedimentos de perícia e remoção dos corpos para a sede do instituto.
















Passando na Hora

domingo, 27 de maio de 2012

Ceará - Sete policiais mortos em 2012



A morte do soldado PM Marinaldo Barbosa Batista, ocorrida na última quinta-feira, no Bonsucesso, elevou para sete o número de policiais militares assassinados no Ceará somente neste ano. Apenas no mês de maio já são quatro PMs executados.

Além de Marinaldo, foram mortos os sargentos Keple Miranda de Oliveira e Aurélio Pereira da Silva; além do cabo Francisco Teixeira Gondim.

Suspeito

Um homem, identificado até o momento por Wagner, é apontado como um dos suspeitos de envolvimento na morte do soldado Marinaldo. O militar, que era destacado no Pelotão de Motopatrulhas do Comando do Policiamento da Capital (CPC), foi executado com tiros pelas costas e teve a sua arma (pistola) roubada pelos criminosos. Segundo a Polícia, o crime, porém, não foi um latrocínio.

O PM teria sido assassinado por estar caçando bandidos daquela região da cidade que, no dia anterior ao assassinato, teriam assaltado uma topique nas proximidades da Praça da Granja Portugal.

Nas horas de folga, o soldado Marinaldo estaria fazendo ´bico´ de segurança para uma cooperativa de transporte alternativo que serve aos bairros daquele setor, como Conjunto Ceará, Bom Jardim e Bonsucesso.

Fonte: Diário do Nordeste

5° Homicídio foi registrado em Umarizal no ano de 2012







Foi registrado na manhã de hoje(27), por volta das 06:00h, mais um homicídio de forma violenta nesta cidade.


Jandi Alexandre da Silva, 47 anos de idade, foi assassinado a golpes de faca peixeira dentro de sua própria residência, na Avenida Rio Umari, por seu cunhado conhecido por Cesinha doido.


Segundo informações colhidas no local, o acusado já havia feito várias ameças ao cunhado, e o fato deles residirem na mesma casa, facilitou o crime.

Foto e Fonte: Umarizal News

52ª Morte violenta em Mossoró em 2012



A Central de Operações da Policia Militar registrou no inicio da noite de sábado 26 de Maio de 2012, mais uma morte de forma violenta. O crime aconteceu no Bairro Ouro Negro em Mossoró.

Maria Nifrania Alves de 28 anos de idade, natural da cidade de Messias Targino e residente na Rua Januario Pereira Pimenta, no andar superior mo mercadinho Ouro Negro. A mulher era casada com o proprietário comercio.

Segundo Informações, Maira havia sido casada com um individuo, mas estavam separados há tempo. Inconformado o suspeito, conhecido como “Diego” vivia chantageando e ameaçado a mesma de morte. Ontem a mulher teria ido à delegacia prestar queixa das ameaças que vinha sofrendo.

Ontem, no inicio da noite o acusado invadiu o mercadinho, tentando matar o esposo da mulher, mas ele não se encontrava no estabelecimento. Maria, conseguiu acalmar o acusado e o retirou de dentro do comercio, conduzindo-o até a residência do mesmo.

Antes de chegar ao destino final à mulher foi alvejada com três disparos de arma de fogo na região do abdômen. Ela foi socorrida por populares, mas não resistiu e morreu antes de chegar ao Hospital Regional Tarcisio Maia. O individuo fugiu do local antes da chegada da policia.

O esposo da vitima acredita que ele seria o alvo dos disparos. Ele disse ainda que a intenção do acusado era matar o casal. Ele não deu detalhes dos motivos.

Lamentável: A vitima deixou uma filhinha e estava preparando a festinha de dois aninhos que seriam comemorados domingo 27 de Maio.